quinta-feira, 30 de abril de 2009

terça-feira, 28 de abril de 2009

dedicação a ti b!


Uma amizade nasceu, cresceu. floresceu, despontou. apontaram apontamentes, entrementes, vacilaram, cairam, tropeçaram, rebolaram, mas na vertical ficaram, depois de girar, rodar, tramar, dramatizar, enfatizar um azar, à desgarrada, desafio, por um fio, ténue, esticado, cansado, tenso, teso, obeso, farto, parto, quebra, mar? terra. aterra, queda-te, estende a mão, agarra-a, puxão, abanão, quase trambolhão, uma atrapalhação, um palhaço, um senão, dizem que sim, à mão, ao pé, de mim, do chão, de cima, de longe se faz perto, de mim se faz tu, de nós de fazem cordas, cordados, acordados, dados, formulas, resultados, revolvidos, reatados, juntos, separados à nascença, juntos na crença, siameses, por vezes, gèmeos, por meses, irmãos por séculos!

Z.(aus tinado)

terça-feira, 14 de abril de 2009

ao 3º dia - ( adivinha quem voltou)

ao terceiro ressuscitou
comeu a ultima ceia e nem reparou
andou qual espectro e não parou
caminhou e andou
sobre as águas pairou
a agua em vinho
o pão multiplicou
além de adivinho também lia tarot
não era jesus
nem a marx falou
e a mim também nunca me ligou
de quem se falou?

sexta-feira, 13 de março de 2009

conta-me o Cisne

o apontamentes morreu
diz:
então
fala:
q se passa com vcs?
responde:
oh
conta:
birras
Transmite:
casmurrices
refere:
orgulhos feridos
transcreve:
grão na asa
cita:
bicho carpinteiro
dita:
agua mole em pedra dura
apita:
anão que morre não perdura
conta:
batem leve levemente
aponta:
nem é carne
mente:
nem é peixe
omite:
e já gente não é perfeitamente
amonite:
na volta uma moca
grafite:
não bate assim...

znd

Desencanto do Cisne parte II

A Sorte num sexta feira
o treze a secar na eira
a morte saiu a rua
e um blog definha em lua cheia...

z.

sábado, 7 de março de 2009

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

cacofonia sem energia

sem imaginação para começar, e sem algo para opinar apenas digo o que faço ou minto juntamente com um chá de menta e tento-me a andar de bicicleta numa rua numa treta, trata de tudo, de todos, na estrada sobretudo, o nada,o vazio, e entorna sobre mim e cheio de água, afoga a mágoa enfim, com fogo e a chaga, de cristo ou rei, não sei se no rio ou em almada, a curtir o som, na esplanada, no ponto final, no término da terra, num terminal, na estação de rádio sem sinal, que fecha e fica vermelho ou encarnado, depende da perspectiva, ou da imagem no espelho, que entra como alice, e um coelho, dobra o joelho, flecte, e reflecte o escaravelho, adorado, no egipto, venerado por um qualquer tipo, seja um escriba, ou um tipografo, um topografo, um pornografo, um agrafo como censura, com ternura, em torres, novas ou vedras, como água das pedras, ou salgadas, e sejam divulgadas ou pronunciadas, passo a publicidade, o pudismo na cidade, a intolerância e ubiquidade, a irreverãncia da juventude, na ignorância na sua plenitude,e volta atrás, sem qualquer água apenas rás e que seja ardente ou visivel, usada prudentemente, num diálogo sem sentido, e o texto acaba com a recomendação se conduzir não beba.

z.ás!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

tear

Nem sei onde começa: Voa a loiça, e tanta coisa, era um rato e foi um prato, em pranto, parto e largo, um sargo, um sabor amargo, ao mar, há ir e voltar, virar, rodar, não regressar, o passo apressar, a mente apertar, a ideia a fugir, o conceito a ficar, sem conserto e parar, olhar e fitar, um concerto à beira-mar, pairar, voar, planar, seguir, passar, retirar e ignorar! Nem sei que mais contar, que mais dizer, ou sequer falar? Antes vou-me calar

i z. ar

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Informação ao utente

A Páscoa é sempre o primeiro Domingo depois da primeira lua cheia depois do equinócio de Primavera(20/Março). Esta datação baseia-se no calendário lunar que o povo hebreu usava para identificar a Páscoa judaica, razão pela qual a pásco é uma festa móvel no calendário romano.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O Rato, o Gato e o Cão


Estava em comunhão,
alegres pela ladeira
desciam até ao chão,
O Gato o Rato e o Cão;


O gato miou,
O Cão não gostou
e pró rato rosnou.

O cão falou,
e o rato ouviu
mas nem escutou.

O cão mordeu, magoou.
O gato a uivar,
o rato bufou!

E todos a chiar
ninguém os travou.


Na ladeira comprida,
juntos no carro de corrida,
aceleraram,e não havia meta,
só uma partida.
Nunca lá chegaram,
era treta

sempre que seguiam,

num fartote, uma farra dura e brava
sem freio nem travões,

ninguém os parava!


A páginas tantas
O rato dizia esfola,
o cão dizia mata,
e agora sem mola?
quem os travava?


Havia muita opinião,
até havia discórdia,

e no meio da confusão,
quem faria a concórdia?


O passado comum,

um caminho igual,
Todos por um,
nesse trajecto surreal
O Cão ladra,
O gato mia,
o rato chiava
e ninguém se entendia.


Seguiam a estrada,
Unidos por principio
e nunca separados

por pouco ou por nada.


Viviam na sua,
com os seus labores e cenas,

viriam para a rua,

por emoções apenas.


O cão abalou viagem
o gato subiu um pinheiro
o rato seguiu uma miragem

enquanto continuava o berreiro


Tudo se silenciou,

selvagens se tornaram,

tudo assim se quedou,

e a ladeira nunca mais encontraram.

de z. animado

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Viajo

Uma estrada torta. Curvo, viro, entorto! Acelero, travo, guino, range a porta. Uma entrada curta. Rodo a cabeça, agarra a mão. A fundo desço. Abaixo o preço. Minha cara amiga. Não custa nada! Já acaba o rio, começa o caminho. Saio de casa, corro para o ninho. Vôo. Plano. Horizontal. tremenda correria, diagonal. Maleitas atormentam a vertical. Padeço de rotação elevada. Silêncio. Pedaço de rotulação disfarçada. Sentam-se. deslizam e batem-se. Esgrima estridente. Faca cortante. Vasa sangue. Branco. Vermelho e Preto. Um crime e castigo. Outro processo. Algum crime. Esse perjúrio. Numa alhada. Meto a terceira, derrapo. Subo ao quinto esquerdo. o precipício, a queda, uma aterragem. Um cinto. uma sensação. Uma embraiagem, um cordão. Um fio? Uma rede artesanal. Uma corda bamba. Um bombo, atropela o Bambi. Uma canção, melodia num dia. Hino à alegria. Nação. Traição. Sem conteúdo, oco, ovo. Nascimento. Embrião. Feto. Esporófita. Um esquilo vive. Alguém morre.
z. em V

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

pranto pagamente

Já agora ainda fora sem demora não embora nem obstante pé dormente todo doente frio quente morno e pronto prato quente faço frente sonho mel asco fel chuva dele corpo cai foge e sai casca de noz e nós de nós penso bem quem é quem pardo e canto tosco bardo carrega o fardo pesado entretanto aquece-te no manto e sai pra dentro branco e cabelo senta-te no banco e descanso.

b(cá)

Já Agora


Partiu, voou, voltou e nunca mais abalou.
sem quebrar os laços, adiantou-se.
As placas cediam ao peso, suportavam a massa.
O globo contudo girava, rodava e lá ia.
A estrela brilhava a terra tudo recebia
O sistema solar, era mais que váculo e ar.
Num pequeno planeta continha,
mais que a Serra e o mar.

Encontrar os 3 amigos,
há muito tempo, o da metereologia, estava sonso.
separados no espaço, juntos na mente,
mundos paralelos e num canto esconso
e tanta tanta gente.

Uma janta, um convivio, uma cidade de distância
voltei, voltou e voltará
quebra-se esta tensão e a ansia,
de se querer estar, viver e fazer,
criar o caos e energia
para ver uma estrela que danÇa:
os laços voltam a nascer,
as ideias a nascer,
os motivos nenhuns
a vontade muita,
de construir, fabricar, e apertar os nós...só mais uns.

z. em nietzche

Iupi!

Abram alas
abram as asas, e cantem em rejubilo
voltou o o filho pródigo
Soltem as pombas e as perdizes
estamos hoje felizes,
Abatam as codornizes
preparenm o Festim
Vem ai a diversão, a festa,
a reunião e voltam os pós de perlimpimpim
Regressou O Nuné,
voltou o caos ou coiso e tal,
vamos ver como é
se há mais um massacre de Natal!
Chamem palhaço a acrobatas,
parafraseando o outro
mudem a indumentária
e ponham as batas
as de culinária ou de laboratório.
pois começou de novo este blog
e à desgarrada começa o falatório!

Z (em zen, no zénite, em climax, em simplex, em triple x! )

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Ó Piné... Então? Gosmado?

e agora no ágora
triste porque o não viste
foi-se mas não sem razão
não magoa mas faz comichão

b (tinho)

Agora

O tempo passou de repente e de rompante pensou que, passo a passo, permanecesse indefenidmente a ver passar as pessoas. Mas deitou fora a pena e a tinta e partiu, partindo o que possuía (um relógio de corda antigo, que lhe tinha dado o velho que voltara naquele dia e que, dizendo adeus, cantara debaixo da chuva) e prometendo que chegaria ao seu destino sem posses para, de alma e bolsos leves, conseguir penetrar na penumbra e desvanecê-la com a força do seu vazio.

O tempo veio e não foi agarrado. Passou sem ninguém dar por isso e cristalizou-se na rocha da serra. Tornou-se numa pedras preciosa que todos procuravam e não pelo seu valor pecuniário mas sentimental.

Procurou e encontrou. Pensou e chegou à conclusão do seu pensamento sem medida para uma estrutura que caía como que em câmara lenta. percebeu que a serra se desmoronava. Rapidamente voltou a colocar a o tempo no seu devido lugar. A serra manteve-se de pé. O tempo teria de ficar onde o tinha encontrado, pela saúde de tudo os que habitava a serra deserta de pessoas.

Deserto, partiu de novo de regresso a casa onde lhe esperavam as ruínas do templo e as madeiras apodrecidas das fundações da cidade que, mesmo morta, seria sempre sua, acolhedora e sua, como um brinquedo velho que traría sempre conforto no frio ar daquele inverno solarengo, prenúncio de algo mais...

b (renascendo lentamente)