sábado, 29 de novembro de 2008
de z
olha para mim
não justifiques nada
não tentes matar nada
nem desprezar algo
vê tudo e vibra com ele
vive e vê, sobrevive ou sê.
z.ê.ntende
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Noticias do Mundo e mais além
Entretanto, esperamos que vós, nossos querido leitores, continuem esta linda estória infantil e natalicia.
z. iroflé
sábado, 15 de novembro de 2008
não! não deram.
nem pescavam nada do que acontecia à ceia,
cairam do paredão,
e já o perú não viram.
disfarçado de mortalha embrulhada,
escapulia-se pelo meio do nada,
emborcou o rum,
se conduz não bebe,
fez-se à estrada.
fez-se luz.
(lu)z.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
adivinha
No paredão andavam às duzias à pesca.
Eram treze à mesa da ceia.
Havia um peru morto na mesa.
Deram conta que era natal?
z.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Li com emoção e respondo de antemão

partilhar o espaço é um sonho
Respondo com emoção e de coração na mão.
Um z que de pleno, transmite e transmuta a b toda e qualquer sensação.
A porta sempre aberta, a alma escancarada, a vida partilhada!
E ainda um pedaço...
mas engrenageando oleodultério e sabido
foge andrage
mas eito a fim
de me direccionar e revisitar paralelimpos de conjuntamentes
tirando sempre apontamentes
apontamentes
e aguardando activamentindo
inté de zê auqando de bê habituatizando-se ao novo esférico paradigmático
de ser adoisando
casa
Emociono-me sozinho
b.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
na Ausencia de B...que fazer?
Era uma vez 3 viajantes que percorriam o mundo em buscas de respostas? A quê?! Perguntam vocês e muito bem. A questões fulcrais deste nosso mundo. A Grandes mistérios da humanidade. Uma demanda pela verdade, pelos caminhos que deverão ser percorridos! Pelos meios e fins que nos determinam e classificam como espécie. Verdade esta que será mentira para muitos. Cada um opina. Cada outro Uma realidade que rodeia esta esfera que é maleável, não a esfera mas a verdade, ou as duas. Uma sofre a tectónica outra é distorcida conforme a vontade de quem a vê ou sente, ou apenas é deformada por requinte dum ser petulante ou apenas estúpido. Verdade que não é nada, é uma visão, uma ilusão, uma coisa que ninguém vê, mas adora filosofar sobre isso. DEmasiado tempo livre, como na antiga grécia, enfim resultado da revoluçao industrial e agora evolução da mecanização e automatização. Da necessidade de afirmação, de integração, de participação...Seja na humanidade, na comunidade, ou no seio familiar. Verdade que é demonstrada quando o "chefe" de família bate na mulher. Ou se entristece quando o Benfica perde, e se embebeda, ou o filho mais velho dá na prata porque a mãe morreu. Apesar da mãe ter morrido durante o parte. São momentos desta nova sociedade, o climax desta nossa civilização! Pura, límpida, perfeita e eficaz. Que potencia os recursos, que aproveita os excessos, que transforma os excedentes e os distribui de maneira justa e com ética social. Mas voltando à história, o s3 viajantes queriam conhecer o mundo, em busca das tais repostas, calcorrearam a terra durante décadas, esforçaram-se por falar com as diferentes ideologias, as diversificadas religiões, as díspares classe sociais. Classificaram e catalogaram tudo e todos. Pesaram e mediram bem as opiniões e razões de qualquer ser, desde o mais pequeno ao mais influente. No final sentiram-se satisfeitos pois compilaram o mundo, conseguiram obter respostas ás questões mais prementes, soluções para os problemas mais exigentes. Por fim descansaram, reflectiram e decidiram acabar com o Mundo. Tudo resolvido. Um sossego. Uma verdade, um fim...
z.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Estes são os sinais de alerta de um avc
Continuem.
Deixar comentários:
Zita: gostei principalmente quando recitas no palco.
Mané: Ganda maradice!
Sofia: sabes lá....
Rute: e depois?
Salguinho: visita o meu blog! www.blogspot.com/conversapiente
tobi: saravá
Nereida: entrevista exclusiva
babá pita: sei lá. Vou ter mais um filho
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Terá tido um fim?
Alucinava. Não sabia.
fragmentos de bombas, sacar e sair.
A regra de lomba. Não sabia
ser de pé não sabia.
o Soldado morto em salga
fragmentação Não sabia
espaços pedem a rendição, Não sabia
não sabia. a cabeça não sabia.
ficou em olhos
os olhos.
não sabia.
a cabeça não sabia
saía...
(De b, z não sabia)
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
merecia tudo isto um festim?
Acabou por adormecer estendido. a cabeça não sabia quanto tempo tinha dormido.
Alucinava. Não sabia.
Bombas de fragmentação, estalar e cair.
A guerra ia longa. fragmentação...
o único ser de pé na trincheira. não sabia.
fragmentação.
o Soldado, o General morto.
fragmentação.
Vivalma.
Barulhos preenchiam o seu espaço, pedindo a rendição. Pedindo a fragmentação.
fragmentação.
levantou-se.
havia um carro, havia um portão.
não sabia. a cabeça não sabia.
ficou em silêncio, os olhos bem fechados...
os olhos.
não sabia.
a cabeça não sabia.
(fragmento de z) b
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Direito, de resposta, uma reposta e riposto de a b.
Eventualmente fizeste algo mais. E se o método, a ciência ou o engenho não me falha fizeste até demais. Não que esperasse daqui uma emoção nefasta da tua pessoa e não desconsiderando a acção, antes exacerbo a ideia, e causando sensação na tua própria reacção. Há sempre alegria em ver as frases desse teu novo ser, ver as novas fases neste dia, e há esperança em ter uma nova estrela que dança, em alcançar o céu neste texto, em rever ideias neste contexto. Posso afirmar que me revi espelhado nesta tua sombra, e conseguiste lançar longe este feitiço que me consome e rasga o peito e me tira da penumbra.
Obrigado
z. ao rubro!
Rá! para z. (e a quem de direito claro! aberto...)
fazer algum sentido de inversão necessária ao outro alter-ego que existe e que que faz coisas que só a ele dizem respeito por razões que só ele sabe e que podia não fazer mas que decidiu fazer ou não fazer por razões que só a ele dizem respeito.
ou seja
a desconstrução é feita lentamente e sem necessidade da acção exterior a não ser que se queira intervir e então, que seja de forma criativa, poética e não frontal ou simplista.
um grande beijo na grande testa de b. a z.
b.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
O outro lado do festim
Uma luz brilhante invadiu os céus e tudo ficou em silêncio, sentiu a luminosidade branca invadir-lhe as pálpebras, apesar dos olhos bem fechados, queimava a pele até à carne.
Bombas de fragmentação, estalar e cair. Desfalecer. Que sorte, estava vivo...
A guerra ia longa.
No campo jaziam soldados, o chão de balas, esburacado. Bombas estilhaçavam como que a dizer que ainda ali estava. Tapou os ouvidos e seguiu o caminho do projéctil que subia, vibrava de vida, de morte...e viu avançar um onda de destruição na sua direcção. Foi empurrado para trás ficando colado. Depois veio um calor infernal que lhe arderam os cabelos queimando a terra petrificada e a floresta e a paisagem...
o único ser de pé na trincheira.
o Soldado, o General morto.
Vivalma.
Barulhos preenchiam o seu espaço, pedindo a rendição.
Alucinava. Não sabia. Cadáver recente...carne nos corpos. cabeça de fora e poeira. comeu desalmadamente. Acabou por adormecer estendido. a cabeça não sabia quanto tempo tinha dormido. levantou-se, disparou á fechadura e arrombou-a em seguida. Havia um carro, havia um portão
Tudo isto merecia um festim!
b.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Festim
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Cenas dos próximos capítulos
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Sobre a Ilha
A ilha podes ser tu
Na ilha vivemos para nós e por nós.
Na ilha somos como um átomo em agregação uma particula, uma molecula. Em evolução.
Aumenta, desenvolve-se e reproduz-se.
Na ilha dá-se a selecção natural, a bactéria do nosso ser transmuta-se num mais complexo.
Transforma-se num novo ente e em eterna mutação.
A ilha torna-se no Eu. Comum, Uno e indivisivel.
Reage com o ambiente em redor, emociona-se e sente.
Na ilha somos sozinhos, espelhando as nossas mágoas na largura e imensidão do nosso horizonte tridimensional.
Na ilha as cores são nossas, dela.
Os sentimentos só meus, da ilha.
As texturas como amarguras partilhadas com o céu e espalhadas na areia.
Os relevos como saudades recordadas e dissipadas com o despertar do sol, evaporadas com a neblina matinal.
As brisas, alegrias espalhadas pelos ventos do oceano que circulam, e transportam para longe como sementes e pólens pela atmosfera.
Abraço tudo. Abarco tudo. Sou e estou.
A ilha é e está.
A essência floresce na terra fértil e virgem, e cresce como erva, espalhando-se e ocupando todos os canteiros selvagens, os espaços vazios, as brechas das rochas, os baixios, os leitos secos e avança pelo mar.
A ilha viaja com a maré, flutua na esfera, voa na estratosfera, migra pelo globo.
Ultrapassa o horizonte. Expande-se para o todo.
A ilha está só com tudo. A ilha somos nós.
Tudo abrange.
Tudo é, tudo sente e tudo vê.
A ilha é universal.
Ultrapassa-nos.
A ilha não passa da solidão do cosmos.
O cosmos é um grão de areia na ilha.
Enquanto nós, deitados na praia, olhamos o horizonte.
Imaginando o que há para além dele.
z(eus)
domingo, 14 de setembro de 2008
Arraiolos
1. Ilhas sem mar
2. Ponte sem rio
3. castelo sem rei
Depois explicou-me que de facto há uma terra ao lado de arraiolos que se chama Ilhas (mas não há mar); existe uma ponte quando se chega a Arraiolos, mas não há nenhum rio por baixo da ponte; e finalmente, o castelo (que por sinal tem uma vista linda e muralhas redondas) não tem nenhuma estátua de rei nem nehum rei.
b.
De Vagar
lembro-me que disse que não tinha vagar. eu tinha pedido qualquer coisa. não me lembro o quê. só me lembro que me disse que não tinha vagar.
vagar...
vagar é uma palavra dura, mas não demasiado. vagar pode ser ofensivo. mas apenas ligeiramente. vagar não vem no wikipédia. aliás vem. no wikicionário. mas acho que não encaixa.... vejamos. pedi-lhe algo e disse-me:
não tenho
a. falta de pressa
b. descanso
c. lentidão
agora reflito. não me lembro. não me lembro mesmo o que tinha pedido. se calhar não era importante. não vou perder muito tempo com isso. eu não tenho falta de pressa. mas também não tenho pressa a mais. tenho mais que fazer. mas tembém tenho de descansar. podia ir a correr perguntar, ou pegar no telefone e ligar. porque sou rápido. não tenho lentidão. mas não vou.
se calhar....
se calhar não tenho vagar
bê(hêhê)
